sexta-feira, 6 de maio de 2016

IBTA - Libertação das drogas pela Ibogaína


IBTA - Libertação das drogas pela Ibogaína
Com mais de 1000 pacientes tratados, com índice de 80% de cura de dependentes químicos através da Ibogaína, temos a solução para o combate dessa doença.


                                   

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Ex-dependente químico conta como se curou com a ibogaína e relata momentos difíceis da sua vida

Foram longos 50 anos lutando e tentando se livrar do vício das drogas, que começou lá na infância. Mas Hebert Anton Vilar Scheidl conseguiu. Atualmente aos 58 anos de idade, o homem da cidade de Tietê, no interior de São Paulo, finalmente encontrou sua cura na ibogaína.”Esse tratamento eu descobri num momento em que estava descrente, há mais de 10 anos que eu vinha procurando ajuda, tratamento, grupos, tive nove internações em clínicas, já fui preso e nada acontecia. Nas clínicas especializadas eu até conseguia superar a abstinência, mas era só eu sair que voltava tudo”, disse Hebert em entrevista.
“Li sobre a ibogaína numa revista. Achei estranho no começo, mas tive interesse. Na pior das hipóteses, eu iria fazer uma viagem louca. Assisti também uma matéria muito interessante sobre isso e me atraiu mais ainda. E aí fui fazer. A coisa simplesmente pegou, e pegou forte mesmo, quanto à questão do alucinógeno. E depois dessa viagem, da experiência, fui pesquisar mais porque fiquei impressionado”, explicou.
O tratamento inovador
Uma pesquisa realizada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) divulgou esse novo método de tratamento que envolve uma raiz encontrada na África. O alcalóide extraído da casca da raiz do arbusto Tabernanthe iboga é utilizado em rituais africanos e funciona como um antídoto às drogas mais utilizadas atualmente.
A substância denominada ibogaína atua em alterações químicas estimulando a produção de dopamina no cérebro. Ela também proporciona alterações comportamentais, levando à reavaliação do paciente do seu passado, suas atitudes e a pensar o que pode tê-lo conduzido ao vício.
O milagre da ibogaína
“Parecia até que eu havia morrido, que estava no paraíso. Eu estava vivendo um pesadelo com as drogas, mas agora estou me sentindo vivo”, relatou Hebert, que iniciou o tratamento no início de novembro de 2015 no IBTA (Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas) e, desde então, está livre das drogas. “Na dosagem teste já descartei o cigarro no dia seguinte. Eu fumava havia muitos anos”, admitiu o homem.
“As conversas sempre aconteciam na minha frente, como se eu não existisse”
A dependência começou lá atrás, ainda na infância, quando estudava em um colégio interno. “Muito antes de usar drogas, consegui identificar na minha infância, pelo que me recordo quando tinha entre cinco ou seis anos, que comecei a desenvolver a sensação de que havia algo de diferente comigo”, explicou.
“Talvez fosse o jeito como falavam de mim, como se eu não estivesse presente, as conversas sempre aconteciam na minha frente, como se eu não existisse, mas escutando cuidadosamente aqueles diálogos, lentamente comecei a montar o quadro do que se passava e a entender que os segredos em geral tinham a ver comigo”, completou Hebert.
Foi aos oito anos de idade que ele começou a usar drogas injetáveis, anfetamina, antes mesmo de começar a fumar. Seus pais se separaram e Hebert tinha o hábito de urinar na cama enquanto dormia. Um dos colegas de escola percebeu o drama que o menino vivia e resolveu drogá-lo. “O cara pegou a agulha e injetou em mim. Melhorei na hora, aquilo me confortava”, contou.
Consciente e inconsequente
O uso das drogas desencadeia outros problemas, como o furto. E Hebert precisava de dinheiro para manter o vício. “Tinha uma mercearia próxima da casa de meu avô materno, onde eu buscava algo para ele todo dia. Eu entrava, o dono demorava para vir dos fundos da loja, então eu podia encher os bolsos antes que o movimento da cortina me revelasse que o dono estava prestes a surgir”, lembrou.
“Pensava que estivesse endossando o estilo de vida rock’n roll, eu curtia a mitologia que rodeava a vida e estava deslumbrado”
“Eu comprava pães ou alguma bolacha usando o caderninho de compras da família e deixava o local com os bolsos cheios de ‘dadinhos’ de amendoim e tubos de goma colorida, ação e sabores que se tornaram meu primeiro vício”, explicou Hebert.
Segundo o homem, durante todo tempo em que usou drogas pensava que soubesse exatamente o que estava fazendo, que não era uma vítima indefesa de maneira alguma. “Fazia aquilo principalmente porque gostava do barato, mas, pensando bem, em parte também para esquecer a dor do amor que não tive e dos que perdi. Também pensava que estivesse endossando o estilo de vida rock’n roll, eu curtia a mitologia que rodeava a vida e estava deslumbrado.”
Os piores momentos
Hebert é casado desde 2009 com Mariângela, sua quarta mulher, e eles se conheceram em uma das clínicas em que ficou internado. Pai de seis filhos de outros três relacionamentos, o ex-dependente químico conta quais foram os piores momentos vividos durante o uso de drogas.
FONTE: http://gazetadoestado.com.br/ex-dependente-quimico-conta-como-se-curou-com-a-ibogaina-e-relata-momentos-dificeis-da-sua-vida/

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Tratamento anti-drogas feito com substância natural tem eficiência comprovada pela Unifesp

O método contra drogas feito com Ibogaína recuperou 72% dos pacientes, releva estudo
São Paulo, dezembro de 2015 – Encontrada na raiz da planta africana Iboga, a substância Ibogaína teve sua eficácia comprovada no combate a dependência química através de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O grupo de pesquisadores estudou um universo de 75 pacientes com dependência química. O resultado? Depois de um ano de acompanhamento, 72% dos voluntários perseveraram e mantiveram distância das drogas.
 O estudo foi publicado pela renomada revista britânica “Journal of Psychopharmacology”, veículo que divulga importantes descobertas da psicofarmacologia na Inglaterra e no mundo. Dentre os entorpecentes envolvidos na pesquisa estão a cocaína, o crack e o álcool. O líder da equipe que investigou os efeitos da Ibogaína nos dependentes químicos, Dartiu Xavier da Silveira afirmou que do total de participantes, 55% dos homens e 100% das mulheres conseguiram superar a dependência e não entraram em contato com a droga motivo do vício por, pelo menos, um ano.
 O uso excessivo de entorpecentes é tema recorrente em todo o Brasil. A dependência devastadora da droga pode levar a atitudes extremas do dependente para conseguir pelo menos uma “dose”. Dentre esses atos, viciados vendem objetos de valor de dentro de casa e acabam, inclusive, se prostituindo para continuar consumindo a droga. A prostituição para alimentar o vício foi tema de uma recente novela intitulada “Verdades Secretas”, exibida na faixa das 23h na Rede Globo e levantou ainda mais a bandeira deste tipo de doença.
O diretor do Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas, IBTA, mestre em medicina chinesa e naturopata Rogério Souza trabalha com o tratamento da Ibogaína e confirma a eficiência da intervenção: “Em nossa clínica o tratamento acontece durante cinco dias. O paciente não fica internado, somente passa pela clínica durante o horário dos atendimentos, por volta de 2 a 3 horas por dia. Durante a permanência na clínica, o enfermo recebe terapias auxiliares diversas, pois entendemos que é de vital importância cuidar do emocional para descobrir o porquê ele iniciou nas drogas/álcool, como também o que o leva a permanecer no uso.”
Ministrada por via oral, em cápsulas, a Ibogaína é metabolizada no fígado onde ativa a enzima chamada GDNF (enzima responsável pelas reconexões neurológicas). Ela age também no aumento da dopamina e serotonina que é o hormônio neurotransmissor do prazer.
Com uma sequência de casos de sucesso e até mesmo de cura através da Ibogaína, a esperança de recuperar os dependentes através de uma terapia eficaz se torna a alternativa mais procurada pelos familiares e os chamados co-dependentes, aqueles que são impactados indiretamente pela dependência.
IBTA possui estrutura completa e acesso a Ibogaína medicinal de alta qualidade somatizado com seu corpo clínico constituído por médico, psicólogos, terapeutas e especialistas em Iboga que administram o medicamento da melhor forma de cura para dependência Química.

FONTE: http://cartaodevisita.r7.com/conteudo/12700/tratamento-anti-drogas-feito-com-substancia-natural-tem-eficiencia-comprovada-pela-unifesp

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Traficantes chegam a faturar R$ 300 por dia com cada usuário de crack


Crack é barato, dá pouco ou nenhum lucro para o traficante e, por isso, não é visto como algo rentável pelos bandidos. A sequência de afirmações — transformadas em verdades sobre a droga — não resiste ao peso de um número: 300. É o valor, em reais, que o tráfico pode faturar, por dia, com um único usuário de crack. O vício leva uma pessoa a fumar até 30 pedras de 1 grama diariamente, o que faz da droga um negócio tão vantajoso para os bandidos quanto a cocaína.
A partir desta segunda-feira, o EXTRA mostra, na série “Os mitos do crack”, que essas e outras afirmações sobre o crack são derrubadas por especialistas e autoridades da área de segurança pública.


— O crack, hoje, certamente dá lucro para o tráfico. Entendo que é uma questão de mercado, uma estratégia. A cocaína, por exemplo, dá mais lucro, mas é mais cara para ser produzida. O preço do crack é mais baixo, mas é mais barato fazer, também — analisa o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame.
O uso ininterrupto do crack faz com que o vício fique caro. É daí que vem o ganho dos traficantes. Um usuário de cocaína consome, em média, dois papelotes de um grama de dia, segundo o pesquisador Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais e autor de trabalhos sobre a droga há mais de 20 anos.
O preço de cada grama de cocaína fica em torno de R$ 50 nas favelas do Rio — segundo a delegada Valéria Aragão, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) — o que leva a um faturamento diário, para o tráfico, de R$ 100 por usuário. Menos do que os R$ 300 que um único viciado em crack pode render.
Para Valéria, o crack é tão lucrativo quanto a cocaína:
— O usuário do crack é o consumidor mais cativo que existe. Por ser barato, o dependente não para de usar.


— Quem usa o crack é compulsivo, capaz de ficar quatro dias ininterruptos usando a droga. No fim, fica caro porque tem esse efeito impulsivo. O barato sai caro. O tráfico diz que o crack é ouro. Os traficantes são comerciantes, e raciocinam dessa forma: a partir do momento em que há uma demanda, há lucratividade, eles investem — afirma Sapori.
Uma prova do interesse dos traficantes na venda do crack está no crescimento das apreensões das pedras. Enquanto as ocorrências com cocaína e maconha se mantêm estáveis, os números do crack subiram 620% nos últimos seis anos, segundo o Instituto de Segurança Pública. No mesmo período, as ligações para o Disque-Denúncia (2253-1177) sobre o tema cresceram 970%.
No início, venda por pressão de traficantes de São Paulo
Em 2003, a Polícia Civil fez a primeira grande apreensão de crack, ao encontrar 3kg das pedras no Complexo do Jacarezinho. Para a policial e ex-deputada federal Marina Maggessi, que participou da ação, a ideia de que o tráfico não gosta de vender a droga é coisa do passado:
— Antigamente, havia a mentalidade de que a venda do crack atrapalhava. Atualmente, não é assim. Tudo que tem uma grande demanda, como o crack, dá lucro.


A explosão da droga no Rio ocorreu em 2006. O delegado Marcus Vinícius Braga, que era titular da DCOD em 2007, explica que a maior facção criminosa do estado, preocupada com a perda de clientes e as apreensões da polícia, começou a vender o crack, cedendo à pressão dos bandidos paulistas:
— A facção mais antiga e violenta passou a aceitar isso. Depois, a segunda maior também passou a vender. Agora, todas as favelas dominadas por essas duas facções se sustentam com o crack.
A delegada Valéria Aragão afirma que todas as facções criminosas do Rio já comercializam o crack. A cocaína continua vindo de fora do Brasil (basicamente da Bolívia, Colômbia e Peru) e é transformada em crack em laboratórios clandestinos nas próprias favelas cariocas.

Se livrar do crack e se livrar do vício e se libertar financeiramente.





terça-feira, 24 de novembro de 2015

Aumenta uso do crack aliado à prostituição, afirma infectologista  Notícias sobre drogas e álcool - Site Antidrogas 

O uso do crack na adolescência está rendendo inúmeras discussões. Matéria divulgada na edição de ontem do Jornal da Cidade abordou o sofrimento que, principalmente, crianças e adolescentes vivem para conseguir deixar o vício. 

Muitas pedem a conselheiros tutelares de Bauru para serem internadas em clínicas. O que poucos sabem é que o uso da droga aliado ao vício gera outro problema na sociedade: a prostituição. E essa prática resulta muitas vezes na prática do sexo sem o uso de preservativos, o que pode levar à contração da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou seja, a aids.

Quando a doença, que é causada pelo vírus HIV, foi descoberta já em ascensão na década de 80, de acordo com o Ministério da Saúde, os pacientes soropositivos geralmente adquiriam a patologia através de, além da relação sexual sem o uso de preservativo, também por meio do uso de drogas injetáveis, muito “populares” na época.

A sociedade mudou e, segundo a médica infectologista Maristela Pastore, que também é chefe do Centro de Referência de Moléstias Infecciosas de Bauru, o uso do crack tem levado muitos adolescentes a “abrirem as portas” para a aids novamente. “Nós sabemos que muitas adolescentes que não possuem poder aquisitivo se prostituem para conseguir a droga”, afirmou Maristela.

Na tarde de ontem, esse foi um dos assuntos discutidos na quinta edição do encontro “Vivendo e Convivendo com HIV-Aids de Bauru”, realizado pela Sociedade de Apoio à Pessoa com Aids de Bauru (Sapab). Adolescentes participantes do grupo de teatro da entidade, que também atende crianças carentes das diversas comunidades, fizeram uma apresentação no evento realizado no auditório da Câmara Municipal.



Ela aponta que na instituição ainda não foi constatado nenhum caso de soropositivo que tenha adquirido o vírus por meio da prostituição, aliada ao consumo do crack. Entretanto, revela que muitas pacientes aparecem por lá com sífilis. “O que a gente percebe é que muitos aparecem por lá por conta da sífilis que adquiriram nas ruas. Mas o número de usuários de crack aliados à prostituição vêm aumentando” aponta.

A médica infectologista explica que, hoje, dificilmente se contrai aids em consequência do uso de drogas injetáveis. “Chegam muitos usuários de crack no centro. Dificilmente nós atendemos usuários de drogas injetáveis. O maior problema é que essa droga está em qualquer lugar e o usuário a encontra com facilidade”.

Álcool

Maristela ainda ressalta que o uso abusivo do álcool também é um agravante que facilita a transmissão do vírus HIV. “Muitas pessoas que fazem uso abusivo de álcool deixam de usar o preservativo na relação sexual. Geralmente porque acabam esquecendo devido ao grau de embriaguez e isso acaba facilitando a transmissão do vírus HIV”, ressaltou.

Base familiar

A médica infectologista Maristela Pastore, que também é chefe do Centro de Referência de Moléstias Infecciosas de Bauru, opina que uma boa base familiar evita muitos problemas aliados ao consumo do crack. “Uma criança ou adolescente que parte para o consumo do crack muitas vezes chega a esse ponto porque a família é desestruturada. Por isso, mais do que tratar dessas crianças é necessário trabalhar também com a base familiar”, opina.

Projetos sociais

O problema do uso do crack, para especialistas, entre eles médicos e psicólogos, é mais do que social e de saúde, é de condição de sobrevivência, como afirmaram na matéria veiculada na edição de ontem do JC que trata o assunto com profundidade. Para a médica infectologista Maristela Pastore, que também é chefe do Centro de Referência de Moléstias Infecciosas de Bauru, projetos sociais aliados ao recebimento do Bolsa Família, por exemplo, poderiam fazer com que essas crianças conhecessem mais o trabalho dessas entidades.

“Poderiam ter direito ao Bolsa Família aquelas crianças ou adolescentes que frequentassem corretamente os projetos sociais em que estariam inscritas. Assim elas poderiam deixar de ficar tanto nas ruas e conheceriam mais de perto o trabalho dessas entidades”.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

TERROR DO TRÁFICO
Muito tem se falado do Estado Islâmico e seus atentados a Europa, entendemos que o terror está em gerar medo a sociedade, retirando destes, o direito de ir e vir, ou seja, A PAZ.
Quando assistimos os noticiários imaginamos que esta realidade aterrorizante está longe de nós, e nos esquecemos de que o tráfico de drogas também é uma forma de terrorismo e que por sinal mata-se muito mais que qualquer atentado terrorista.

O tráfico também apadrinha soldados através da dicção que para manter seu vício muitos partem para assaltos, prostituição, homicídios e inúmeros outros crimes, resultando na destruição de famílias e no aprisionamento da sociedade com seus muros, grades, cercas elétricas e carros blindados. 


Muito pouco se é dito, mas o principal cultivador mundial de papoula que se extrai o ópio que derivam a morfina e a heroína é a al qaeda, então podemos entender que o terror e o tráfico têm sua origem ideológica e de abastecimento na mesma fonte. 
Portanto achamos exatamente violenta a ações contra a França, mas esquecemos que a ideologia do tráfico está presente em nossa sociedade que aprisiona, mata, vicia e entorpece nossos filhos, irmãos, entes queridos e o exterminam. Portanto a nossa luta deve começar dentro da nossa família, da nossa comunidade, cidade e Estado.

O IBTA é a favor da liberdade ideológica e seu tratamento visa a saúda social e do indivíduo, estamos juntos nesta luta contra o Terrorismo!
Terapeuta e Mestre em
Medicina Chinesa
Dr. Rogério Souza

CRACK OU CRAQUE – SOMOS CAMPEÕES E RECORDISTA DE QUAL DESSES?

Somos considerados o país do futebol, acabamos de ganhar a Copa América e somos também reconhecidos por exportarmos craques para todos o...