quinta-feira, 14 de junho de 2018

Entenda porque se tratar com ibogaína no IBTA

Muito se fala da Ibogaína como tratamento contra os mais diversos vícios, mas somente o IBTA, clínica pioneira e referência nesse tratamento pode oferecer. Veja nessa animação rápida



De quem é culpa pela dependência química do meu filho?


Algumas das causas e culpados já são conhecidas da maioria das pessoas como, por exemplo,a omissão do estado, a inconsequência dos jovens, acesso fácil, entre outros. Porem ninguém se atenta que antes de todos estes elementos acima citados, veem o distanciamento do mamífero homem em relação a leis biológicas naturais. Isso soa estranho ao parecer da maioria das pessoas, mais é isto mesmo, o que inicia todo o processo de destruição dos lares e por consequência de uma sociedade pela dependência química.
Para entendermos melhor precisamos assumir que somos mamíferos a exemplo de muitos outros animais, por tanto somos regidos pelas mesmas leis biológicas descritas por Dr. Hammer, ou seja, tudo que afeta qualquer mamífero nos afeta também, para ficar mais claro o que isso tem relação com a dependência química e os nossos jovens basta percebermos que todo mamífero quando os seus filhotes começam a criar pelos a sua mãe que dedicou tanto tempo a eles põem eles para fora de seu território o que parece estranho aos olhares de pais humanos, mas tem uma lógica por trás disso, isso ocorre devido ao fata, que a partir daquele momento que seus filhotes começam a criar pelos, numa analogia aos humanos chamamos de pré -adolescência, é a fase onde os filhotesmamíferos começam a desenvolver –se em pequenos alfas, ou seja, lideres de seus territórios e o grande problema destes pequenos lidere, é que seu território, ou seja, de seus pais já tem um líder alfa, e se estes filhotes ali ficarem os conflitos serão inevitáveis os quais poderão resultar no subjugo de um dos alfas e que se for o caso dos jovens mamíferos ser julgados estes terão seus componentes de liderança impedidos de se desenvolver o que os tornaram jovens passivos com dificuldades de sobreviverem e lutarem por um território próprio, por isso suas mães os põe para fora de seu grupo em forma que eles passaram a lutar pela conquista de seus territórios próprios e de suas tribos, seus grupos dando continuidade à espécie.
Porem nós serem humanos, criamos uma sociedade onde nossos filhos pequenos mamíferos não tem a menor possibilidade de sobreviver no mundo lá fora sem a proteção dos pais diante de toda uma complexidade de nossa sociedade moderna somado ao pouquíssimo desenvolvimento e capacitação que nós pais temos a chance de dar a eles até a adolescência.
Nossos pequenos mamíferos na fase da infância, desde o nascimento tem uma grande produção do hormônio do prazer à dopamina e o neuro transmissor serotonina, esta enorme capacidade de sentir o prazer, tem um motivo. O prazer é a moeda de troca em qualquer coisa que fazemos, inclusive no aprender. Se não existe prazer, não existe interesse em aprender, então os pequenos mamíferos são dotados de muito prazer porque a fase de maior importância e necessidade de grande aprendizado num período curto, pois subintende-se que a partir da puberdade, eles terão que lutar por conta própria.
Quando chegam à puberdade a produção de prazer – dopamina /serotonina, despensa e isto os tornam aos nossos olhos, o que chamamos de “aborrecestes”, pois eles começam a partir deste momento a desenvolver suas competências alfas, e isto surpreendem seus pais eles também passam a buscar suas tribos fora de casa, como por exemplo, amigos de escola, e os pais sofrem seu distanciamento. E suas necessidades de se tornarem líder de um novo território faz com que eles queiram ser descolados, ao olhar de seus colegas e muitas vezes fazem isto por ingerirem álcool, fuma: ou observarem que ostros mais descolados que eles possuem este comportamento, o que os incentivam a reproduzi-los.  Ao fazerem uso de algum tipo de substancia como as a cima citadas eles experimentam, momento da dopamina e serotonina, ou seja, de prazer que lhes é familiar a melhor fase de suas vidas que foi a infância, isso passa a fazer muito sentido para eles e ali começam a abrir as portas para a dependência química.
Esta reflexão nos leva a entender que apesar de muitos pais se culparem pela dependência de seus filhos e assim dar a eles, um ambiente propicio para ele glorificarem esta doença, a verdade é as origens deste comportamento que se torna doença é muito mais complexo do que um simples encontrar de culpados e a verdade é que quando nos culpamos pela dependência de nossos jovens, nos tornamos mais permissivos, por tanto cada um de nós temos que observar todo o meio em que este jovem está inserido, quais suas necessidades, suas buscas, seus vazios, suas altas sabotagens seus componentes genéticos hereditários, suas relações sociais, suas características nutricionais, suas relações familiares.
Apenas uma leitura de todos estes componentes poderá realmente ajudar aqueles que sofrem desta doença impiedosa e para tal precisa-se buscar um profissional com olhar integral da doença e não unicista. IBTA

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Clinica de Recuperação para tratamento com Ibogaina


O IBTA é o Instituto que entre suas atividades também consiste uma ala de clinica de recuperação e também um ambulatório de recuperação em tratamentos entre eles a ibogaina.
Quando falamos em recuperação dizemos que o objetivo é restabelecer algo que já existiu ou melhorar algo que não condiz com o modelo esperado. Por isso dizemos que também dispomos de uma clinica de recuperação de dependentes químicos onde sua atividade aplicada também faz uso da ibogaina.
A eficiente de nossos trabalhos deve-se a utilização de práticas milenares, tecnologia de ponta e equipe multidisciplinar qualificada.
Mesmo entendendo que a ibogaina é o que há de melhor no que se refere à recuperação de dependência química, nos é sabido que se faz necessário toda uma estrutura de suporte. Nós do Ibta além do restabelecer químico promovido por nossa clinica de recuperação por ibogaina levamos em consideração a condição herdada da doença por avaliação ortomolecular de forma suplementar, carência mineral que esteja permitindo que a barreira intermitente reverbere no adicto sua adicção. Pois de nada adianta tratar uma dependência sem levar em consideração seu componente herdado e assim supri-lo.  Seria o mesmo que puxar a água com o rodinho sem se atentar que a torneira continua aberta.
Nossa clinica de recuperação de dependência clinica por ibogaina, disponibilizamos também reuniões de orientação aos co-dependentes, de forma que os mesmos saibam lidar com seus entes queridos após o tratamento por ibogaina.
Para o processo de recuperação, é de extrema importância o estancar dos componentes herdados, avaliar e tratar traumas emocionais, re-significar crenças significantes, transformar o meio ou a percepção do meio do doente, influenciar o comportamento daqueles que convive com ele, lidar com a baixa estima e o sentimento de vitima, modificar seus hábitos, criar novas rotinas. Tudo isso faz parte de uma recuperação por ibogaina no Ibta.
Não basta apenas engolir cápsulas, mais para uma real recuperação se faz necessária engoli-las, por se tudo ao seu redor mudar mais sua química interna não, nada adiantará.
O que torna a clinica de recuperação por ibogaina do Ibta reconhecida internacionalmente é o considerar de todas essas variantes a cima citados, de forma a gerar o melhor resultado possível e só assim permitir que a ação química da ibogaina alcance seu esplendor máximo em ressonância com o comprometimento dos nossos clientes que a solicita.
Se você realmente quer vencer o seu vicio, retomar a vida de forma saudável e construir um futuro satisfatório, então nós podemos te ajudar, venha fazer parte da família Ibta.

Por que devo me tratar com ibogaína?


Mais de 6% da população brasileira de acordo com dados oficiais sofrem de dependência química e de acordo com publicação de 2017 da Universidade Federal de Belo Horizonte mostra que apenas na capital de Minas Gerais existe 20.000 usuários de cocaína
Essas estatísticas continuam a crescer de forma alarmante o que nos põe em uma condição de pandemia
Estudos recentes também mostram que os métodos convencionais de tratar a dependência química oferecem apenas de 1% – 5 % de sucesso, ou seja, a proporção pessoas diariamente se tornando dependentes químicos em relação aos que conseguem sair com recursos de tratamento as existentes são desproporcionais e insuficientes.
Por outro lado a maior parte das pessoas que procuram tratamento com ibogaina já passaram de 4 a 10 internações e é claro que ao procurarem após tantas internações ainda para se tratar com ibogaina é evidencia de que nen um dos procedimentos anteriores foi satisfatório mas ainda surge as dúvidas nestes.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Os efeitos da ibogaína na contração do músculo liso uterino: relação com a atividade das enzimas antioxidantes.

1
Departamento de Fisiologia, Instituto para Pesquisa Biológica "Siniša Stanković", Universidade de Belgrado, Despota Stefana 142, 11000 Belgrado, Sérvia.
2
Departamento de Bioquímica, Instituto de Pesquisa Biológica "Siniša Stanković", Universidade de Belgrado, Despota Stefana 142, 11000 Belgrado, Sérvia.
3
Instituto OMI, Trnovska 8, SI-1000 Ljubljana, Eslovênia.
4
Instituto de Fisiopatologia, Universidade de Ljubljana, Vrazov trg 2, SI-1000 Ljubljana, Eslovênia.

Abstrato

A ibogaína é um alcalóide indólico originalmente extraído da casca da raiz do arbusto da floresta tropical africana Tabernanthe iboga . Ele tem sido explorado como um tratamento para o abuso de substâncias porque interrompe a dependência de drogas e alivia os sintomas de abstinência. No entanto, foi demonstrado que o tratamento com ibogaína leva a uma queda aguda e transitória no nível de ATP celular, seguida por um aumento da respiração celular e da produção de ROS. Como os tecidos contráteis são sensíveis a mudanças nos níveis de ATP e ROS, aqui investigamos uma ligação mediada pela ibogaína entre a homeostase redox alterada e a atividade contrátil uterina.Descobrimos que baixas concentrações de ibogaina estimulavam a atividade contrátil em úteros espontaneamente ativos, mas o aumento incremental de doses a inibia. Concentrações inibitórias de ibogaina levaram a diminuição da SOD1 e elevação da atividade da GSH-Px, mas doses que inibiram completamente as contrações aumentaram a atividade da CAT. Análises de Western blot mostraram que as mudanças nas atividades enzimáticas não foram devidas a concentrações elevadas de proteína enzimática, mas a modificações pós-traducionais. Alterações nas atividades das enzimas antioxidantes apontam para um grande aumento dependente da concentração no nível de H 2 O 2 . Sabendo que o ATP extracelular estimula a contratilidade do útero isolado, enquanto que o H 2 O 2 tem um efeito inibitório, esta estimulação / inibição dependente da concentração pode estar ligada a alterações relacionadas com a ibogaína no nível de ATP e na homeostase redox.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Mudanças na Pontuação de Retirada e Desejo em Participantes que Sofrem de Desintoxicação de Opióide Utilizando a Ibogaína.

J Drogas Psicoativas. 2018 2 de abril: 1-10. doi: 10.1080 / 02791072.2018.1447175. [Epub ahead of print]

Mudanças na Pontuação de Retirada e Desejo em Participantes que Sofrem de Desintoxicação de Opióide Utilizando a Ibogaína.
Malcolm BJ1, Polanco M2, Barsuglia JP2.


O transtorno do uso de opióides (OUD) é atualmente uma epidemia nos Estados Unidos (EUA) e a ibogaína é relatada como capaz de interromper o vício em opiáceos ao mesmo tempo em que atenua os sintomas de abstinência e craving. Este estudo examinou os escores de abstinência de opióides e craving de drogas em 50 participantes com OUD submetidos a um protocolo de tratamento de desintoxicação de uma semana com ibogaína. O Addiction Severity Index (ASI) foi utilizado para a caracterização inicial do OUD dos participantes. A Escala Clínica de Retirada de Opióide (COWS), a Escala de Retirada de Opióide Subjetivo (SOWS) e a Brief Substance Craving Scale (BSCS) foram coletadas às 48 e 24 horas antes da administração da ibogaína, e 24 e 48 horas após a administração da ibogaína. 48 horas após a administração da ibogaína, os escores de abstinência e craving foram significativamente reduzidos em comparação com o valor basal: 78% dos pacientes não exibiram sinais clínicos objetivos de abstinência de opióides, 79% relataram desejos mínimos de opioides e 68% relataram sintomas subjetivos de abstinência. faixa suave. A ibogaína parece facilitar a desintoxicação de opiáceos, reduzindo a abstinência de opióides e o desejo em participantes com OUD. Estes resultados garantem mais pesquisas usando rigorosos ensaios controlados.

CRACK OU CRAQUE – SOMOS CAMPEÕES E RECORDISTA DE QUAL DESSES?

Somos considerados o país do futebol, acabamos de ganhar a Copa América e somos também reconhecidos por exportarmos craques para todos o...