segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A Ibogaína

O autor do texto é desconhecido por nós, caso você o conheça nos avise por gentileza!

Muito se tem falado a respeito da Ibogaína aqui no Brasil nos últimos tempos... bem e mal, com discussões apaixonadas, e, às vezes, desprovidas de cunho científico e repletas de preconceito.

Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, é uma planta sagrada utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a sua dependência e de alguns amigos. A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais e outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 19.000 pessoas já fizeram o uso médico da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes, e, em muitos casos, ocorre uma melhora do quadro de dependência significativa, em apenas 24 horas.

Como tudo que é diferente e inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos. Este texto visa esclarecer as dúvidas e orientar as pessoas sobre o assunto. É interessante o fato de que a maioria das pessoas que é contra esse tratamento, não sabem muito a respeito, mesmo alguns sendo renomados profissionais da área. É o estilo “não li e não gostei”. Na área da dependência química no Brasil, alguns egos são imensos. 

Sempre que se fala de Ibogaína, cita-se o fato de a mesma ser proibida nos Estados Unidos e em mais 3 ou 4 países, sendo em todos os outros (inclusive no Brasil) isso não ocorre. Pelo contrário, o Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. Essa proibição da Ibogaína em poucos países deve-se à desinformação e a interesses econômicos e políticos.

Primeiramente, essa medicação não interessa à grande indústria farmacêutica, visto ser derivada de plantas, com a patente de 1962 já expirada, tendo, portanto, um baixo potencial de lucro.

Além disso, em muitos locais, o preconceito contra os dependentes faz com que eles sejam vistos como pessoas que não merecem serem tratadas e sim presas ou escorraçadas. Assim sendo, o fato da Ibogaína ter sido descoberta por um dependente químico para algumas pessoas, já a desqualifica. 

Fora isso, o falso conceito de que a planta é alucinógena, gera quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada. Isso é comprovado por inúmeros estudos ao redor do mundo, mas é fácil confirmar, basta fazer um eletroencefalograma (EEG) durante o efeito da substância para se ver que o padrão que vai aparecer é o do sono REM, não de alucinações. Alem disso, a ibogaína não se liga ao receptor 5HT 2a, o alvo clássico de alucinógenos como LSD, por exemplo.

Outra crítica relacionada à Ibogaína, que é sempre citada, são as até agora 15 mortes que ocorreram, em 48 anos, como comentado acima, em cerca de 19000 tratamentos realizados. Isso dá menos de 1 fatalidade em cada 1000 tratamentos, número muito menor por exemplo do que as fatalidades provocadas por metadona, que é outra substância utilizada no tratamento da adicção, e que é de 1 fatalidade para cada 350 tratamentos.
O detalhe que é sempre deixado de lado pelos detratores da Ibogaína é que em todos os casos de fatalidades registradas, comprovadamente se detectou o uso sub-reptício concomitante de heroína, cocaína e/ou álcool, confirmado por necropsia, o que nos leva à conclusão de que não existem fatalidades relacionadas a Ibogaína e sim a heroína/cocaína/álcool e a mistura dessas substâncias... além disso, poucas coisas no mundo são mais mortais do que usar drogas.. Isso sim é perigoso.

Outra crítica é sobre o uso em humanos, sendo que no Gabão, há 5000 anos humanos já usam a substância em seus rituais, sem problemas. Já foram feitos vários trabalhos científicos, por cientistas renomados, que comprovam a baixa toxicidade e a segurança do tratamento, desde que feito dentro dos protocolos.

A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais são de 1 a 5%. Incrivelmente, essa taxa de 80% também é alvo de críticas. Eles atacam dizendo, “Porque não 100%? ” Já que é tão bom, porque não cura todo mundo? Ora, nenhum tratamento médico é 100%, existem variáveis ponderáveis e imponderáveis que influenciam a evolução dos pacientes, como motivação, características individuais de cada paciente, preparação adequada, com psicoterapia pré e pós tratamento de alto nível, tudo isso faz com que haja variações na eficácia. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência que se tem notícia, em toda a história da humanidade. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de sequelas, nem físicas, nem psicológicas.
Estudos em fase de publicação mostram que a eficácia do tratamento sério, bem feito, é de 72%.

Assim sendo, pessoas que vivem da cronicidade da doença, para as quais não interessa que haja cura e sim perpetuação do quadro, e assim, indiretamente, perpetuação dos lucros, se insurgem contra ela.

Em toda a história da humanidade, as inovações, as mudanças de paradigma, sempre foram combatidas.

E apenas mais um detalhe: as outras opções de tratamento, são bastante ineficazes, para que se possa dar ao luxo de não dar à ibogaína a atenção que ela merece.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017



O tratamento com Iboga é por cápsula ou chá?

O tratamento adequado e eficaz com a Iboga deve ser ministrado por cápsulas, isto porque quando ingerida desta forma protege o princípio ativo da Iboga da ação dos ácidos clorídrico produzidos pelo estômago, já administrada em formato de chá além de o paciente não ter a certeza do que esta tomando, e nem mesmo a quantidade do principio ativo existente no chá, o mesmo ao chegar ao estômago sofre a ação do ácido clorídrico impedindo que a quantidade adequada chegue ao fígado para ser metabolizada. Não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia do tratamento feito pela ibogaina em chá.
Ibogaína só foi introduzida à medicina científica ocidental em meados de 1970, mas há diversos documentos do uso da mesma pela tribo Bwiti na África Central durante séculos utilizada em diversas formas inclusive na forma de chá em seus rituais.
Ressaltamos que a Ibogaína em nenhuma hipótese deve ser ministrada juntamente com qualquer outra substância. Principalmente com o chá do Santo Daime, pois diante da ação prolongada da Iboga juntamente com a intensidade do chá de Santo Daime; se a cadeia química destas duas substâncias se unirem dentro do organismo a pessoa poderá sofrer um surto psicótico de difícil reparação.
Devemos lembrar ainda que ao contrário da Ibogaina o chá de Santo Daime só é permitido no âmbito religioso não devendo por tanto ser comercializado, para que tanto o espaço quanto a pessoa que o procura não incorra contravenção penal.

Rafael Figueira
IBTA - Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas
(19) 3844-8316

terça-feira, 26 de setembro de 2017


O tratamento regulamentado pela ANVISA, pela Metadona resulta em fatalidades em cada 350 tratados .O jornal de psicofarmacologia da Inglaterra Publicou estudo brasileiro relata que nos últimos 50 anos ,ocorreram  uma fatalidade por Ibogaina a cada mil tratados .
Todos os 15 casos de fatalidade em que se realizou necropsia ficou comprovado que havia doença cardíaca pré- existente, ou foi feito uso de outras substancias.
Além de uma doença pré- existente, exulta o mesmo decorrente de o paciente não se abster das drogas para adentrar ao tratamento visto que , o consumo  pode levar ao QT.
A equipe IBTA solicita exame s de forma previa para ser analisada pelos médicos ,monitorar seus clientes todo tempo ,realizar exame toxicológico, teste para dosagem segura subdivide a dosagem em cinco dias, realizando o tratamento em ambiente urbano para um rápido socorro se necessário. Estamos numa localização estratégica a 5 minutos do hospital de Paulínia e a quinze minutos do Centro Médico de Urgência.
Possuímos  estrutura predial projetada para melhor pratica de ibogaína além de equipe treinada para emergência.
Ou seja , possuímos equipe médica ,paramédico, enfermeira, técnico de enfermagem, ambulância e equipamento hospitalar ,DEA, preparados radicalmente para assegurar as boas praticas.

Saiba mais sobre nosso tratamento através de nossos endereços eletrônicos, ou pelo telefone (19) 3844-8316, ou ate mesmo agende uma visita e venha conhecer nossa estrutura.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A ANVISA – agencia nacional de vigilância sanitária – considera um produto fitoterápico de que são usados pela população há mais de 30 anos, que não possui adição de produtos químicos, e que podem ser vendidos desidratados ou em pó.
Seguindo essa descrição, a IBOGA pode ser enquadrada como tal, pois há relatos de que ela tem sido usada a aproximadamente 50 anos para dependência química e não há nela nenhuma adição de produtos químicos em sua composição.
Ainda não há registros na ANVISA da IBOGA, todavia, a mesma permite a importação desse fitoterápico segundo o Decreto de Lei 70.094/1977, art. 11, 3º.

Segundo a Constituição Federal de 1988, art. 5º, inciso XXXIX “NÃO HÁ CRIME SEM LEI ANTERIOR QUE O DEFINA, NEM PENA SEM PREVIA COMUNICAÇÃO LEGAL”. Assim sendo, pelo princípio da legalidade, ninguém é proibido de fazer algo que a lei não proíba. Dessa maneira, nada impede que usufruamos dos benefícios que a IBOGA oferece no tratamento de dependentes químicos.

Texto produzido pela equipe do IBTA© 
Telefone: (19) 3844-8316 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Acupuntura alivia dores do parto

médica obstetra Roxana Knobel acompanhou, durante um ano e meio, o trabalho de parto de 120 pacientes atendidas no Caism da Unicamp. O seu propósito: comprovar cientificamente a eficácia da acupuntura para aliviar a dor por ocasião do nascimento do bebê. Ao longo de todo o tratamento, Roxana pôde verificar que a “acupuntura contribui de maneira extremamente eficaz para aliviar a dor durante o período de dilatação”. Segundo a obstreta e especialista em acupuntura, o parto pode ser dividido em três fases. A primeira fase, do início das contrações uterinas até que o colo se dilate por completo – por isso chamada de período de dilatação. É uma fase que demora em torno de oito horas e as contrações são dolorosas para a maioria das mulheres. A segunda fase vai do momento da dilatação completa até a saída do bebê e dura aproximadamente trinta minutos. A terceira fase corresponde à expulsão da placenta. Esse ensaio, com as 120 mulheres, com idade entre 16 e 40 anos, foi feito de maneira aleatória e as mulheres divididas em quatro grupos de tratamento: acupuntura sacral (agulhas nas costas com estímulo elétrico), com eletrodos de superfície (pequenos botões metálicos nas costas da paciente com estímulos elétricos), auriculopuntura (agulhas nas orelhas com estímulo elétrico) e o grupo de controle, com as participantes recebendo apenas tratamento simulado nas costas ou na orelha. Roxana explica que o tratamento foi feito de forma que nem a parturiente, nem a equipe médica e de enfermagem, nem os pesquisadores responsáveis pelo preenchimento das fichas, sabiam a que gru- Estudo feito com 120 parturientes revela que tratamento foi eficaz para atenuar sintomas da dilatação po cada mulher pertencia. As parturientes que participaram das investigações de Roxana, receberam medicação para dor e analgesia peridural quando precisaram, independente de serem dos grupos de tratamento real ou dos grupos de controle, aquelas que receberam tratamento simulado. Os resultados mostraram que houve maior alívio da dor nas mulheres que receberam tratamentos reais, com acupuntura, do que as que tiveram tratamento simulado. “As mulheres pertencentes aos grupos de tratamento com acupuntura sacral, auricular ou com eletrodos, revelaram ter obtido um alívio maior da dor em proporção às mulheres do grupo de controle, tanto durante o trabalho de parto quanto no dia seguinte ao parto”, explica Roxana. A médica ressalta ainda que as parturientes desses grupos também precisaram ser tratadas com medicamentos para a dor em proporção menor que o grupo de controle. “No entanto, não houve diferenças entre os grupos com relação ao uso da analgesia peridural”.Ograu da dor era “medido” por meio de um processo denominado Escala Analógica Visual da Dor (EAV). Esses resultados fazem parte do trabalho de tese de Roxana, Técnicas de Acupuntura para alívio da dor no trabalho de parto – ensaio clínico, defendido recentemente sob orientação do professor José Carlos Gama da Silva. Embora os resultados do estudo tenham sido considerados bons, são necessários estudos mais completos, que envolvam maior número de pacientes, para comprovar a eficiência da técnica, diz a obstetra. No entanto, ela afirma que “é uma técnica segura, pois não houve nenhum efeito colateral nem para a mãe nem para o bebê nesse trabalho que acabo de concluir”, afirma a médica.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

CRACK OU CRAQUE – SOMOS CAMPEÕES E RECORDISTA DE QUAL DESSES?

Somos considerados o país do futebol, acabamos de ganhar a Copa América e somos também reconhecidos por exportarmos craques para todos o...