terça-feira, 12 de junho de 2012

Jóia - Diamante em bruto








Os padrões Jóia indicam uma pessoa intelectual, o pensador.

Essas pessoas têm muitos talentos para a análise e o diálogo verbal. Os Jóia são os tipos que mais demoram para mudar.

Eles precisam analisar cada parte de qualquer coisa antes de aceitar e incorporá-la em sua cabeça. Quem poderá negar as qualidades duradouras do intelecto e da expressão pessoal?

Desde o começo dos tempos, esses atributos são os meios pelos quq,is se formaram as grandes civilizações e se distinguiram as grandes mentes.

O temperamento Jóia é sensível e inquisidor. Sua natureza intensa e objetiva permite que sua mente penetre nos mais íntimos desvãos da imaginação humana ou passe horas examinando as cores da asa de uma borboleta. Os Jóia são os observadores mais penetrantes do teatro da vida e em geral passam a vida procurando desvendar seus inúmeros mistérios.

Sua individualidade singular é bastante adequada para a solução dè problemas e para a criatividade mental. Muitas Vezes são filósofos, críticos e planejadores. São dotados de excelentes capacidades para a conversa, persuasivos e inspirados, podendo tornar-se grandes líderes. As vezes, o autocontrole e suas qualidades mentais dão-lhes a aparência de arredios ou presunçosos. Quando essas capacidades analíticas e verbais não são expressadas, os Jóia podem sentir-se frustrados e ansiosos.

Contudo, a personalidade do tipo Jóia continua sendo uma pedra angular da civilização. A compreensão e o bom senso com que contribuem para a sociedade os habilita a serem chamados de “rocha dos tempos”.

O PADRÃO JÓIA

Com um'pouco de prática, não é difícil identificar os padrões Jóia na íris. A presença de duas ou mais jóias numa íris desloca o comportamento para o temperamento analítico e verbal. Conforme aumenta o número e escurece a tonalidade das jóias, o comportamento característico do Jóia se torna mais forte.

O prazer do estímulo visual de um Jóia faz com que ele se sinta atraído pelos padrões emocionais e visuais da personalidade


do tipo Flor. Embora os tipos Jóia e Flor não falem a mesma língua eles se sentem atraídos um pelo outro para o aprendizado e o amor E um paradoxo bem interessante perceber que a maneira como falamos e nos comunicamos não é compatível com a maneira como aprendemos. Além do mais, o padrão mais difícil de aceitarmos e gostarmos é aquele a que pertencemos. De todos os padrões, o Jóia é o que mais sente dificuldade em aceitar-se e niudar.
Muito pouca gente tem um padrão Jóia puro, na população dos Estados Unidos é algo em torno dos quinze por cento.

“Existem muitos instrumentos para mudar o corpo e a mente. Um só ato de coração faz tudo isto. ”

terça-feira, 5 de junho de 2012

Depressão

A depressão é uma doença caracterizada por um estado de humor deprimido. A pessoa fica angustiada, desanimada, sente-se sem energia e uma tristeza profunda, ás vezes acompanhada de tédio e indiferença de que não tem sentimentos. As atividades normais do dia-a-dia passam na ao ter mais importância e a pessoa passa a encarar até as tarefas mais simples como se fossem um grande esforço. 
A vida perde a cor e a pessoa perde o interesse por tudo, inclusive seus hobbies preferidos, amigos e até o sexo. Há mudança do apetite ( que pode aumentar ou diminuir), alterações do sono ( sendo mais comum a insônia) geralmente a pessoa deprimida prefere ficar isolada, num lugar que possa ficar só. Assim, doença interfere com o trabalho e a vida da pessoa, podendo mudar até a maneira como individuo pensa/age.
A doença de manifesta quando há uma alteração na comunicação entre as células cerebrais, os neurônios, causando um desequilíbrio químico-fisiológico. Essa comunicação é realizada por substâncias chamadas neurotransmissores .No caso da depressão, são importantes duas dessas substancias: a serotonina e a noradrenalina. Elas estão envolvidas em todos os processos responsáveis pelos sintomas da doença. 
O tratamento da depressão, constituem basicamente em usar antidepressivos, psicoterapia ou associação dos dois, podendo causar sonolência, dependência ou até mesmo serem tomados o resto da vida.
Por outro lado, o tratamento com Ibogaina é totalmente eficaz, em 02 ou 03 sessões pacientes relatam a ausência da depressão, isso ocorre porque ela aumenta o GNDF hormônio esse que aumenta a serotonina, consequentemente o paciente sente um bem estar pleno, a Ibogaina não causa dependência ou sonolência, seu uso é totalmente seguro. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Zoo na Tailândia oferece massagem feita por elefantes


Um zoológico de elefantes na Tailândia está oferecendo aos visitantes o serviço de massagem realizada por um de seus animais.
A novidade no Maesa Elephant Camp, em Chiang Mai, surpreendeu os turistas mas parece estar fazendo sucesso.
Animais com até 3 toneladas fazem a massagem acompanhados por seus treinadores.
O parque é conhecido por realizar várias atividades com suas dezenas de elefantes, como pintura, futebol e jogo de dardos.
Em seu site, os donos do local explicam que "o povo tailandês tem um relacionamento especial com elefantes há anos", e que os treinadores do parque se aplicam em ajudar os elefantes a se acostumar com seres humanos.
Alerta
Entretanto a organização People for the Ethical Treatment of Animals (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais ou PETA, na sigla em inglês) alerta que muitos parques de elefantes na Tailândia visam apenas agradar os visitantes e submetem os elefantes a treinamentos à base de tortura.
"Como o governo tailandês não tem uma regulamentação sobre o funcionamento desses parques, cabe ao turista ficar de olho na maneira como os elefantes são tratados", disse à BBC Brasil Jason Baker, da PETA Asia-Pacific, com sede em Hong Kong.
"O que queremos é que haja mais lugares que deixem os elefantes serem elefantes e não máquinas de fazer dinheiro." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Música pode ajudar circulação e coração, diz estudo


Pesquisadores da Universidade de Pávia, na Itália, afirmam que o tipo certo de música pode desacelerar o coração e abaixar a pressão sanguínea.
Músicas vibrantes como Nessun Dorma, de Puccini, que é cheia de crescendos e diminuendos, são melhores para ajudar na reabilitação em casos de derrames, de acordo com os estudiosos.
Melodias com ritmo mais acelerado aumentam os batimentos cardíacos, o ritmo respiratório e a pressão sanguínea. Já a música com ritmo mais lento gera o efeito contrário nos pacientes, segundo os pesquisadores.
A música já é usada em muitos hospitais britânicos por uma terapia barata e fácil de aplicar e também por gerar efeitos físicos perceptíveis no organismo, além de ter um impacto positivo no humor do paciente.
O estudo dos pesquisadores italianos foi publicado na revista especializada Circulation.
Respostas às músicas
O médico Luciano Bernardi e sua equipe de pesquisadores da Universidade de Pávia pediram a 24 voluntários saudáveis que ouvissem cinco faixas de músicas clássicas, escolhidas aleatoriamente, e monitorassem as respostas de seus corpos.
Entre as músicas escolhidas estavam a Nona Sinfonia de Beethoven, uma área de Turandot, de Puccini, a Cantata nº 169 de Bach, Va Pensiero, da ópera Nabuco, de Verdi, e Libiam Nei Lieti Calici, de La Traviata, também de Verdi.
Cada crescendo destas músicas, um aumento gradual do volume, "estimulava" o corpo e levava ao estreitamento dos vasos sanguíneos abaixo da pele, aumentando a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, além de provocar um aumento das taxas respiratórias.
Por outro lado, os diminuendos, diminuição gradual do volume, causavam o relaxamento, diminuindo os batimentos cardíacos e diminuindo também a pressão sanguínea.
"A música leva a uma mudança dinâmica e contínua - e previsível, até certo ponto - no sistema cardiovascular", afirmou Bernardi. "Essas descobertas aumentam nossa compreensão de como a música pode ser usada na medicina de reabilitação."
Música e silêncio
Os pesquisadores testaram várias combinações de música e silêncio nos voluntários e descobriram que as faixas que alternam entre ritmos rápidos e mais lentos, como óperas, parecem ser as melhores para a circulação e para o coração.
As árias de Verdi, que seguem frases musicais de dez segundos, parecem se sincronizar perfeitamente com o ritmo cardiovascular natural, de acordo com o estudo.
"Observamos grandes benefícios (do uso da música) para pessoas que sofreram derrames ou ataques cardíacos. O poder da música é simplesmente incrível", afirma Diana Greenman, diretora executiva da organização Music in Hospitals.
A instituição de caridade britânica especializada em levar música ao vivo a hospitais, asilos e casas de repouso, foi criada logo depois da 2ª Guerra Mundial para ajudar os veteranos feridos.
"Já observamos, em pesquisas anteriores, um estado emocional positivo, que pode ser desencadeado ao ouvir música, e que pode ajudar sobreviventes de derrames", disse um porta-voz da associação britânica especializada em tratamento de derrames, Stroke Association.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Um outro jeito de curar

Um outro jeito de curar
Mais suaves e nada invasivas, as terapias alternativas roubam clientes da medicina oficial. Mas ainda tÍm muito a explicar
A medicina convencional, baseada na alopatia, no combate aos sintomas e em intervenções de modo geral agressivas ao organismo do paciente, está aos poucos perdendo a sua posição hegemônica nos países ocidentais. Surpreendida pela revolução comportamental que varreu o Ocidente nas últimas décadas do século XX, questionando vários dos princípios iluministas que regem a cultura européia – e seus herdeiros nas Américas –, a medicina convencional passou a dividir espaço com a homeopatia, a acupuntura, a ioga, a meditação e dezenas de outras práticas terapêuticas não-invasivas, quase todas de origem oriental, antes confinadas entre nós ao terreno do curandeirismo.

Chame-se a isso de medicina alternativa ou complementar, integrativa ou holística, a verdade é que algo está mudando numa área vital para as pessoas: a manutenção da saúde. E a tendência de mudança não reflete apenas o interesse dos indivíduos por tratamentos mais suaves e com menos riscos de efeitos adversos. Há aí também indícios de uma abertura em direção a um novo paradigma científico, cujo impacto na maneira de o homem lidar com a medicina, com as doenças e com sua própria vida promete ser avassalador.



A velocidade com que as coisas estão acontecendo espanta. Atualmente, 75% das escolas de medicina dos Estados Unidos oferecem cursos de especialização em terapias alternativas ou desenvolvem estudos sobre o tema. Calcula-se que metade dos 270 milhões de americanos costuma recorrer a algum tipo de tratamento não-convencional, o que representa um enorme fator de pressão sobre os prestadores de serviços de saúde. Sem falar nos lucros de um mercado que se constrói à margem da medicina convencional e que já movimenta 30 bilhões de dólares por ano nos Estados Unidos. É o próprio governo americano, através do Instituto Nacional de Saúde (NIH), um órgão equivalente ao Ministério da Saúde no Brasil, que comanda um mutirão de pesquisas para medir a eficácia dessas terapias. Na Inglaterra já há hospitais formados apenas por homeopatas e o Canadá acaba de tornar-se o primeiro país das Américas a reconhecer a medicina tradicional chinesa como especialidade médica e a autorizar a formação regular de profissionais nessa área.

O fenômeno se repete no Brasil, ainda que em menor escala. O país possui cerca de 14 000 médicos homeopatas, 48 vezes mais do que há duas décadas, quando a homeopatia foi reconhecida como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira. Mais de 5 000 médicos se dedicam à acupuntura no país, outra terapia alternativa só há pouco elevada à condição de especialidade médica. Da mesma forma, sob o pretexto de debater a humanização da medicina, cresce o número de médicos alopatas, formados à luz da medicina oficial, que promovem reuniões discretas e encontros públicos nos quais as terapias alternativas são apresentadas como métodos substitutivos de tratamentos baseados em drogas e cirurgias. “Está na hora de admitirmos que existem outras formas de curar doenças”, diz a cardiologista Diana Ribeiro Dantas, que coordenará o próximo encontro, a ser realizado em Natal, no mês de junho.

O adjetivo holístico é, com certeza, o que melhor expressa a natureza desses novos tipos de cura. O holismo é uma teoria que vê o homem como um todo indivisível, impossível de ser explicado como se seus componentes físico, psicológico e espiritual pudessem existir separadamente. A medicina holística é, assim, a antítese do modelo biomédico, mecanicista, que se concentra no estudo isolado das partes da “máquina” humana e dos processos químicos específicos que a fazem funcionar. Diante de um doente qualquer, um terapeuta holístico subestimará a classificação da doença, voltando a atenção para o estilo de vida do doente, suas relações sociais, seu estado emocional, sua alimentação. Esse processo de interação com o paciente faria toda a diferença. As entrevistas demoradas, um traço marcante da medicina alternativa, transformam consultas simples em verdadeiras sessões de terapia psicológica nas quais laços de confiança e afeto unem o doente ao terapeuta.

As principais terapias holísticas compõem o repertório de recursos da medicina tradicional chinesa e da medicina ayurvédica, da Índia, com seus sistemas inspirados no taoísmo e no hinduísmo. A grande exceção é a homeopatia, criada pelo médico alemão Samuel Hahnemann no século XVIII. A rápida expansão de todas elas, no entanto, só foi possível depois que algumas descobertas da ciência, no século XX, proporcionaram outro tipo de sustentação às idéias holísticas.

“As teorias da física quântica, dos sistemas auto-organizadores e da psicologia transpessoal demonstraram, com as próprias ferramentas da ciência cartesiana-newtoniana, que somos parte de algo mais vasto que os nossos organismos”, afirma o neurocirurgião fluminense Francisco di Biase. Ele é um dos autores do livro Science and 
The Primacy of Consciousness (A ciência e a primazia da consciência), em parceria com especialistas americanos em física quântica e psicologia transpessoal, ainda inédito no Brasil. O grande aval foi dado pela teoria quântica, ao demonstrar que as unidades subatômicas da matéria são abstratas e podem se apresentar ora como partículas, ora como ondas. Tais padrões dinâmicos, segundo a teoria, formam as estruturas estáveis que constituem a matéria e lhe conferem o aspecto sólido, no nível macroscópico, que percebemos a olho nu. Ou seja: tudo o que enxergamos, inclusive nossos corpos, seria resultado da condensação de energias, padrões dinâmicos imateriais. Uma explicação muito semelhante à cosmovisão de antigas doutrinas místicas.
“É bobagem”, rebate o neurofisiologista Renato Sabbatini, da Unicamp. “Os princípios da mecânica quântica só se aplicam ao mundo subatômico e não existe nada que comprove efeitos quânticos na consciência e nas estruturas macromoleculares.” Verdade? “Sim, mas só em parte”, treplica o indiano Harbas Lal Arora, doutor em física pela Universidade de Waterloo,

A medicina holística movimenta 30 bilhões de dólares por ano nos EUA

no Canadá, e terapeuta holístico com atuação em hospitais de Fortaleza. O próprio Einstein, autor da equação que demonstra que a matéria é energia condensada, no último ano de sua vida, segundo Harbas, admitiu a existência de formas de energias sutis que ainda não podem ser medidas diretamente mas que são muito poderosas. Tais energias, deduz Harbas, manifestar-se-iam, entre outras formas, como emoções, sentimentos, vontades e intuições. E seus efeitos no corpo poderiam ser mensurados por meio de mudanças nas ondas cerebrais, nos ritmos respiratório e cardíaco e nas secreções glandulares. “São energias que atuam no nível subatômico. Seus campos transcendem as limitações do espaço, do tempo e das energias físicas. E elas têm extrema relevância nos estados de doença, saúde e bem-estar”, diz Harbas.

Ao espetar agulhas em pontos estratégicos do corpo, um acupunturista chinês se propõe desbloquear as trilhas, conhecidas como meridianos, por onde fluiria a energia vital, o chi. Um médico convencional dirá que ele apenas estimula pontos especiais do sistema nervoso capazes de provocar a liberação, pelo cérebro, de endorfinas, neurotransmissores de ação sedativa cujas moléculas se assemelham às da heroína. Já a homeopatia, aos olhos da medicina convencional, não conta com explicações plausíveis. A tese homeopata parte do princípio de que qualquer mal pode ser curado por uma substância vegetal ou mineral que produza em um homem são o mesmo sintoma da doença (exatamente o oposto do que faz a alopatia), mas, nesse caso, utiliza-se apenas a quintessência do princípio ativo, ou seja, a sua energia.

“Medicina alternativa é apenas o nome politicamente correto para o que normalmente chamamos de fraude”, diz Leon Jaroff, ex-editor da revista americana Discover, especializada em ciência. O rápido crescimento da medicina alternativa e a livre prática de suas modalidades, de fato, trazem embutido o risco do surgimento de picaretagens ou, no mínimo, de esquisitices como a urinoterapia, que consiste em o paciente beber a própria urina, um excremento rico em toxinas. Só que, de um lado, há doutrinas orientais com milhares de anos de eficácia. E, de outro, até defensores ferrenhos da medicina alopática admitem que as terapias holísticas produzem, sim, um benefício, mesmo que não exatamente por causa de suas propriedades intrínsecas.

“O que funciona é o efeito placebo”, afirma Renato, numa referência aos resultados obtidos com grupos de controle em pesquisas de medicamentos alopáticos. Tais indivíduos, tratados com substâncias sem ação específica sobre os sintomas da doença, como pílulas de farinha e açúcar, acabam apresentando sinais de melhoria simplesmente por suporem estar recebendo o remédio real. “A crença do paciente no tratamento é fundamental e sabe-se, hoje, que ela responde por 50% da eficácia de qualquer medicamento, inclusive antidepressivos”, diz Renato.

“Está na hora de admitir que há outras maneiras de tratar as doenças”

O assunto ganhou tamanha importância no meio científico que o NIH promoveu, em novembro passado, um painel com cientistas das principais universidades americanas com o único propósito de debater a adoção de placebos na rotina médica. Seria um meio de evitar o uso excessivo ou desnecessário de drogas. “O efeito placebo é uma conseqüência da participação do estado psíquico na cura do paciente, o que nos leva a inferir que a saúde física resulta do bem-estar psicossomático. Infelizmente essa interrelação entre corpo e mente é praticamente desprezada na medicina convencional”, afirma Harbas.

Holistas como o psicólogo Giulio Vicini, membro da equipe que implanta, no Senac de São Paulo, um curso de graduação em medicina tradicional chinesa, e a especialista em alimentação e educação Hildegard Richter prevêem que a medicina do futuro será totalmente “vibracional”, baseada nas energias sutis e nos processos psíquicos. Mas, a médio prazo, o que se espera é uma composição entre sistemas médicos divergentes. “A medicina acadêmica e a medicina alternativa não são antagônicas, mas complementares”, lembra o homeopata paulistano Antonio César Ribeiro Deveza da Silva. O único receio de boa parte dos terapeutas holísticos é que a medicina oficial acabe assimilando as terapias alternativas, adaptando-as ao modelo biomédico e restringindo seu exercício aos médicos. “Isso desfiguraria por completo aspectos terapêuticos que são parte de um sistema coerente”, afirma Eduardo Alexsander Amaral de Souza, terapeuta oriental e reichiano no Rio de Janeiro.

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo


 
Pistaches
Pistaches podem ter um papel central em uma dieta balanceada
Um estudo da Universidade Estadual Penn, dos Estados Unidos, afirma que comer um punhado de pistache por dia pode baixar a taxa de colesterol e suprir a necessidade de antioxidantes normalmente encontrada em verduras e frutas de cores vivas.
Comer entre 40 e 85 gramas de pistache por dia "diminuiu o risco de doenças cardiovasculares, por diminuir significativamente os níveis de colesterol (LDL), e reduziu significantemente as proporções de lipoproteínas", de acordo com a pesquisadora Sarah K. Gebauer, que apresentou o estudo no encontro Biologia Experimental, em Washington, na segunda-feira.
Os participantes do estudo passaram duas semanas se alimentando com a Dieta Média Americana, que consiste de 35% de gorduras e 11% de gorduras saturadas.
Em seguida, testaram três dietas diferentes durante quatro semanas, sempre com um intervalo de duas semanas entre elas.
Variantes
As três dietas são variantes de um regime popular para a redução de colesterol: uma sem pistache, com direito a 25% de gordura e 8% de gorduras saturadas; a segunda com 42 gramas de pistache por dia, além de 30% de gorduras e 8% de gorduras saturadas; e por último, 85 gramas de pistache por dia, além de 34% de gorduras e 8% de gorduras saturadas.
Os exames de sangue verificaram então os níveis de colesterol no sangue de cada participante, após cada dieta.
O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%
O estudo mostrou ainda que as lipoproteínas de de densidade não-alta (Não-HDL) caíram em 11,2%. Esse tipo de lipoproteínas é considerado um indicador confiável sobre os riscos de doenças cardiovasculares.
Diferença
"Ficamos satisfeitos em constatar uma diferença entre as duas doses de pistache sobre a lipoproteína, porque parece que são o pistache que está provocando os efeitos e que ele atua de forma dependente da dose", disse Gebauer.
Os pesquisadores analisaram ainda os impactos das dietas sobre os níveis de LDL oxidizado e de antioxidantes no sangue.
"Queríamos ver se o aumento dos níveis de antioxidantes provocado pelo pistache poderia reduzir inflamações e oxidação", afirmou Gebauer.
O pistache contém mais luteína (normalmente encontrada em verduras escuras), beta caroteno (formador da vitamina A) e gama tocoferol (a principal forma de vitamina E) do que outras nozes.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Técnicas de ressuscitação rápidas podem reduzir mortes por infarto, diz SBC


Cerca de 250 mil brasileiros morrem por ano vítimas de parada cardíaca ou cardiorrespiratória


SÃO PAULO - Técnicas de ressuscitação aplicadas por profissionais da saúde ou cidadãos comuns podem ajudar a reduzir um número preocupante: todos os anos, morrem cerca de 250 mil brasileiros vítimas de parada cardíaca ou cardiorrespiratória.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que inaugura nesta semana na capital paulista o Centro de Treinamento e Simulação em Saúde para profissionais da área médica e leigos, o infarto é a principal causa de morte entre a população.
Segundo o coordenador do centro, Manoel Fernandes Canesin, a ressuscitação deve ser feita imediatamente após o ataque e aplicada por leigos que estiverem próximos à vítima e saibam fazer a massagem cardíaca. “O caminho é muito longo entre o começo e o fim [do atendimento] e deve começar nos primeiros dois ou três minutos em que o indivíduo perde a consciência ou sente dor”, afirma.
Canesin destacou o papel dos primeiros socorros, mesmo quando aplicados por quem não tem formação médica. “O papel do leigo nesse momento inicial, com a massagem cardíaca, é fundamental. A cada minuto que passa, a chance de sobrevivência é 10% menor. Temos de encurtar esse tempo ao máximo. Se passarem 5 minutos, a chance de sobrevivência é muito pequena. E é isso que vamos ensinar no centro de treinamento”, explica.
O coordenador ressaltou que o infarto ocorre principalmente em pessoas a partir de 35 anos e pode começar com uma simples dor no peito que se irradia pelo braço esquerdo. O médico alerta que quem estiver próximo deve telefonar para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no número 192. “Se [a vítima] perder a consciência, quem estiver ao seu lado deve chamar por ela, acionar o Samu e começar a fazer a massagem até o suporte chegar com a ambulância”, diz Canesin.
O diretor de Promoção à Saúde Cardiovascular da SBC, Dikran Armaganijan, explicou que a entidade promove cursos como esse há 11 anos, mas resolveu montar um espaço fixo em São Paulo porque a demanda está crescendo e também porque mais de 70% da aulas ocorrem na capital paulista, apesar de a SBC ministrar os cursos em outros Estados.
O espaço conta com salas e auditório para aulas teóricas e práticas, com manequins eletrônicos nos quais os alunos podem treinar identificação de pulso, parada respiratória e cardíaca, além de fazer a massagem cardíaca. Eles também aprendem como usar desfibriladores para restauração dos sinais vitais.
“Por sermos pioneiros, treinamos aproximadamente 20 mil profissionais nestes 11 anos. Por ano, são 1,5 mil alunos”, afirma Armaganijan. A SBC oferece cursos para médicos que atuam em áreas hospitalares, de recuperação de crianças e capacitação de leigos para a atuar em grandes concentrações, como aviões, transportes coletivos, estádios e espaços públicos em geral.
Segundo Armaganijan, as empresas, por exemplo, precisam ter pelo menos uma pessoa treinada para cada 100 funcionários. A demanda pelos cursos aumentou porque a população cresceu, envelheceu e o número de indivíduos que podem ter um episódio agudo de infarto aumentou. 

CRACK OU CRAQUE – SOMOS CAMPEÕES E RECORDISTA DE QUAL DESSES?

Somos considerados o país do futebol, acabamos de ganhar a Copa América e somos também reconhecidos por exportarmos craques para todos o...