Blog do IBTA - Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas sobre o tratamento de dependência química pelo uso de Ibogaína.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Acupuntura alivia dores do parto
médica obstetra Roxana Knobel acompanhou,
durante um ano e meio, o trabalho de
parto de 120 pacientes atendidas no Caism
da Unicamp. O seu propósito: comprovar cientificamente
a eficácia da acupuntura para aliviar a dor
por ocasião do nascimento do bebê. Ao longo de todo
o tratamento, Roxana pôde verificar que a “acupuntura
contribui de maneira extremamente eficaz para aliviar
a dor durante o período de dilatação”.
Segundo a obstreta e especialista em acupuntura,
o parto pode ser dividido em três fases. A primeira
fase, do início das contrações uterinas até que o colo
se dilate por completo – por isso chamada de período
de dilatação. É uma fase que demora em torno
de oito horas e as contrações são dolorosas para a
maioria das mulheres. A segunda fase vai do momento
da dilatação completa até a saída do bebê e dura aproximadamente
trinta minutos. A terceira fase corresponde
à expulsão da placenta.
Esse ensaio, com as 120 mulheres, com idade entre
16 e 40 anos, foi feito de maneira aleatória e as mulheres
divididas em quatro grupos de tratamento:
acupuntura sacral (agulhas nas costas com estímulo
elétrico), com eletrodos de superfície (pequenos botões
metálicos nas costas da paciente com estímulos
elétricos), auriculopuntura (agulhas nas orelhas com
estímulo elétrico) e o grupo de controle, com as
participantes recebendo apenas tratamento simulado
nas costas ou na orelha.
Roxana explica que o tratamento foi feito de forma
que nem a parturiente, nem a equipe médica e de
enfermagem, nem os pesquisadores responsáveis
pelo preenchimento das fichas, sabiam a que gru-
Estudo feito com 120
parturientes revela que
tratamento foi eficaz
para atenuar sintomas
da dilatação
po cada mulher pertencia. As parturientes que participaram
das investigações de Roxana, receberam
medicação para dor e analgesia peridural quando
precisaram, independente de serem dos grupos de
tratamento real ou dos grupos de controle, aquelas
que receberam tratamento simulado.
Os resultados mostraram que houve maior alívio
da dor nas mulheres que receberam tratamentos reais,
com acupuntura, do que as que tiveram tratamento
simulado. “As mulheres pertencentes
aos grupos de tratamento
com acupuntura sacral,
auricular ou com eletrodos, revelaram
ter obtido um alívio
maior da dor em proporção às
mulheres do grupo de controle,
tanto durante o trabalho de
parto quanto no dia seguinte
ao parto”, explica Roxana. A
médica ressalta ainda que as
parturientes desses grupos
também precisaram ser tratadas com medicamentos
para a dor em proporção menor que o grupo de controle.
“No entanto, não houve diferenças entre os grupos
com relação ao uso da analgesia peridural”.Ograu
da dor era “medido” por meio de um processo denominado
Escala Analógica Visual da Dor (EAV).
Esses resultados fazem parte do trabalho de tese
de Roxana, Técnicas de Acupuntura para alívio da
dor no trabalho de parto – ensaio clínico, defendido
recentemente sob orientação do professor José
Carlos Gama da Silva. Embora os resultados do
estudo tenham sido considerados bons, são necessários
estudos mais completos, que envolvam maior
número de pacientes, para comprovar a eficiência
da técnica, diz a obstetra. No entanto, ela afirma que
“é uma técnica segura, pois não houve nenhum
efeito colateral nem para a mãe nem para o bebê
nesse trabalho que acabo de concluir”, afirma a
médica.
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
O tratamento com Iboga é por cápsula ou chá?
O tratamento adequado e eficaz com a Iboga deve ser ministrado por cápsulas, isto porque quando ingerida desta forma protege o princípio ativo da Iboga da ação dos ácidos clorídrico produzidos pelo estômago, já administrada em formato de chá além de o paciente não ter a certeza do que esta tomando, e nem mesmo a quantidade do principio ativo existente no chá, o mesmo ao chegar ao estômago sofre a ação do ácido clorídrico impedindo que a quantidade adequada chegue ao fígado para ser metabolizada. Não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia do tratamento feito pela ibogaina em chá.
Ibogaína só foi introduzida à medicina científica ocidental em meados de 1970, mas há diversos documentos do uso da mesma pela tribo Bwiti na África Central durante séculos utilizada em diversas formas inclusive na forma de chá em seus rituais.
Ressaltamos que a Ibogaína em nenhuma hipótese deve ser ministrada juntamente com qualquer outra substância. Principalmente com o chá do Santo Daime, pois diante da ação prolongada da Iboga juntamente com a intensidade do chá de Santo Daime; se a cadeia química destas duas substâncias se unirem dentro do organismo a pessoa poderá sofrer um surto psicótico de difícil reparação.
Devemos lembrar ainda que ao contrário da Ibogaina o chá de Santo Daime só é permitido no âmbito religioso não devendo por tanto ser comercializado, para que tanto o espaço quanto a pessoa que o procura não incorra contravenção penal.
Rafael Figueira
IBTA - Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas
(19) 3844-8316
terça-feira, 29 de agosto de 2017
A depressão é uma doença caracterizada por um estado de humor deprimido. A pessoa fica angustiada, desanimada, sente-se sem energia e uma tristeza profunda, ás vezes acompanhada de tédio e indiferença de que não tem sentimentos. As atividades normais do dia-a-dia passam na ao ter mais importância e a pessoa passa a encarar até as tarefas mais simples como se fossem um grande esforço.
A vida perde a cor e a pessoa perde o interesse por tudo, inclusive seus hobbies preferidos, amigos e até o sexo. Há mudança do apetite ( que pode aumentar ou diminuir), alterações do sono ( sendo mais comum a insônia) geralmente a pessoa deprimida prefere ficar isolada, num lugar que possa ficar só. Assim, doença interfere com o trabalho e a vida da pessoa, podendo mudar até a maneira como individuo pensa/age.
A doença de manifesta quando há uma alteração na comunicação entre as células cerebrais, os neurônios, causando um desequilíbrio químico-fisiológico. Essa comunicação é realizada por substâncias chamadas neurotransmissores .No caso da depressão, são importantes duas dessas substancias: a serotonina e a noradrenalina. Elas estão envolvidas em todos os processos responsáveis pelos sintomas da doença.
O tratamento da depressão, constituem basicamente em usar antidepressivos, psicoterapia ou associação dos dois, podendo causar sonolência, dependência ou até mesmo serem tomados o resto da vida.
Por outro lado, o tratamento com Iboga é totalmente eficaz, em 02 ou 03 sessões pacientes relatam a ausência da depressão, isso ocorre porque ela aumenta o GNDF hormônio esse que aumenta a serotonina, consequentemente o paciente sente um bem estar pleno, a Iboga não causa dependência ou sonolência, seu uso é totalmente seguro.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Onirofrênico X Alucinógeno
A Ibogaína não é alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica. Isso significa que ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, (o chamado sono REM), mesmo com a pessoa consciente. Ocorre um estado de “sonhar acordado”, sem perda de consciência, sem mudança na percepção do meio ambiente e sem ilusões, e também sem perda da forma do pensamento nem despersonalização.
Do ponto de vista da neurofarmacologia, a substância não se liga ao receptor 5HT 2a, receptor este que é o alvo "padrão" dos alucinógenos.
Isso pode ser comprovado, alem de clinicamente, pela realização de um eletroencefalograma (EEG) após ser ministrada a substância, exame esse que vai mostrar o traçado típico do sono REM, e não padrões de alucinações.
Como podemos ver nas imagens abaixo, existe uma diferença muito grande entre os traçados eletroencefalográficos obtidos durante o sono REM e durante episódios alucinatórios, (Gutarel ET al, 1993; Lotsof and Alexander, 2001; Alper, 2001).

Fonte desta imagem : Unifesp
O traçado da Ibogaína é muito semelhante ao do sono com sonhos (REM)
Já o traçado de alucinações é bem diferente:

Alem disso, clássicamente, os alucinógenos manisfestam seus efeitos com os olhos abertos, enquanto a ibogaína apenas com os olhos fechados, o que corrobora a afirmação de que a ibogaína não é alucinógena, diferentemente do LSD, por exemplo.
Esse sonho "induzido", segundo o Dr. Carl Anderson, do MacLean Hospital, filiado à Universidade de Harvard, seria responsável pelo efeito anti-dependência da ibogaína, devolvendo a essas pessoas com danos psíquicos o poder curativo de seu sono e de seus sonhos. Ainda segundo este autor, existe uma similaridade muito grande entre o "sonhar acordado" da ibogaína com o sonho fetal.
Como o sonho é o responsável pela organização das idéias, dos pensamentos, fixação de memórias e outros mecanismos de organização mental, é fácil entender que o "sonhar intensivo" da ibogaína tenha um efeito restaurador cerebral.
São muito importantes essas informações, visto que um dos principais motivos pelos quais pessoas desinformadas tem restrições à ibogaína, é esta falsa crença que a substância seria alucinógena...mesmo que fosse, isso não seria motivo para não ser usada em situações clínicas; apenas a guisa de exemplo, o Dramin em altas doses e a ciclobenzaprina (Miosan) em doses terapêuticas, são alucinógenos, fato inclusive referido na bula deste último medicamento.
Do ponto de vista da neurofarmacologia, a substância não se liga ao receptor 5HT 2a, receptor este que é o alvo "padrão" dos alucinógenos.
Isso pode ser comprovado, alem de clinicamente, pela realização de um eletroencefalograma (EEG) após ser ministrada a substância, exame esse que vai mostrar o traçado típico do sono REM, e não padrões de alucinações.
Como podemos ver nas imagens abaixo, existe uma diferença muito grande entre os traçados eletroencefalográficos obtidos durante o sono REM e durante episódios alucinatórios, (Gutarel ET al, 1993; Lotsof and Alexander, 2001; Alper, 2001).

Fonte desta imagem : Unifesp
O traçado da Ibogaína é muito semelhante ao do sono com sonhos (REM)
Já o traçado de alucinações é bem diferente:

Alem disso, clássicamente, os alucinógenos manisfestam seus efeitos com os olhos abertos, enquanto a ibogaína apenas com os olhos fechados, o que corrobora a afirmação de que a ibogaína não é alucinógena, diferentemente do LSD, por exemplo.
Esse sonho "induzido", segundo o Dr. Carl Anderson, do MacLean Hospital, filiado à Universidade de Harvard, seria responsável pelo efeito anti-dependência da ibogaína, devolvendo a essas pessoas com danos psíquicos o poder curativo de seu sono e de seus sonhos. Ainda segundo este autor, existe uma similaridade muito grande entre o "sonhar acordado" da ibogaína com o sonho fetal.
Como o sonho é o responsável pela organização das idéias, dos pensamentos, fixação de memórias e outros mecanismos de organização mental, é fácil entender que o "sonhar intensivo" da ibogaína tenha um efeito restaurador cerebral.
São muito importantes essas informações, visto que um dos principais motivos pelos quais pessoas desinformadas tem restrições à ibogaína, é esta falsa crença que a substância seria alucinógena...mesmo que fosse, isso não seria motivo para não ser usada em situações clínicas; apenas a guisa de exemplo, o Dramin em altas doses e a ciclobenzaprina (Miosan) em doses terapêuticas, são alucinógenos, fato inclusive referido na bula deste último medicamento.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Traficantes chegam a faturar R$ 300 por dia com cada usuário de crack
Crack é barato, dá pouco ou nenhum lucro para o traficante e, por isso, não é visto como algo rentável pelos bandidos. A sequência de afirmações — transformadas em verdades sobre a droga — não resiste ao peso de um número: 300. É o valor, em reais, que o tráfico pode faturar, por dia, com um único usuário de crack. O vício leva uma pessoa a fumar até 30 pedras de 1 grama diariamente, o que faz da droga um negócio tão vantajoso para os bandidos quanto a cocaína.
A partir desta segunda-feira, o EXTRA mostra, na série “Os mitos do crack”, que essas e outras afirmações sobre o crack são derrubadas por especialistas e autoridades da área de segurança pública.
— O crack, hoje, certamente dá lucro para o tráfico. Entendo que é uma questão de mercado, uma estratégia. A cocaína, por exemplo, dá mais lucro, mas é mais cara para ser produzida. O preço do crack é mais baixo, mas é mais barato fazer, também — analisa o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame.
O uso ininterrupto do crack faz com que o vício fique caro. É daí que vem o ganho dos traficantes. Um usuário de cocaína consome, em média, dois papelotes de um grama de dia, segundo o pesquisador Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais e autor de trabalhos sobre a droga há mais de 20 anos.
O preço de cada grama de cocaína fica em torno de R$ 50 nas favelas do Rio — segundo a delegada Valéria Aragão, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) — o que leva a um faturamento diário, para o tráfico, de R$ 100 por usuário. Menos do que os R$ 300 que um único viciado em crack pode render.
Para Valéria, o crack é tão lucrativo quanto a cocaína:
— O usuário do crack é o consumidor mais cativo que existe. Por ser barato, o dependente não para de usar.
— Quem usa o crack é compulsivo, capaz de ficar quatro dias ininterruptos usando a droga. No fim, fica caro porque tem esse efeito impulsivo. O barato sai caro. O tráfico diz que o crack é ouro. Os traficantes são comerciantes, e raciocinam dessa forma: a partir do momento em que há uma demanda, há lucratividade, eles investem — afirma Sapori.
Usuários de crack à beira da Avenida Brasil, na entrada da favela Parque União, no Complexo da Maré: reféns da pedra Foto: Bruno Gonzalez / Extra
Uma prova do interesse dos traficantes na venda do crack está no crescimento das apreensões das pedras. Enquanto as ocorrências com cocaína e maconha se mantêm estáveis, os números do crack subiram 620% nos últimos seis anos, segundo o Instituto de Segurança Pública. No mesmo período, as ligações para o Disque-Denúncia (2253-1177) sobre o tema cresceram 970%.
No início, venda por pressão de traficantes de São Paulo
Em 2003, a Polícia Civil fez a primeira grande apreensão de crack, ao encontrar 3kg das pedras no Complexo do Jacarezinho. Para a policial e ex-deputada federal Marina Maggessi, que participou da ação, a ideia de que o tráfico não gosta de vender a droga é coisa do passado:
— Antigamente, havia a mentalidade de que a venda do crack atrapalhava. Atualmente, não é assim. Tudo que tem uma grande demanda, como o crack, dá lucro.
A explosão da droga no Rio ocorreu em 2006. O delegado Marcus Vinícius Braga, que era titular da DCOD em 2007, explica que a maior facção criminosa do estado, preocupada com a perda de clientes e as apreensões da polícia, começou a vender o crack, cedendo à pressão dos bandidos paulistas:
— A facção mais antiga e violenta passou a aceitar isso. Depois, a segunda maior também passou a vender. Agora, todas as favelas dominadas por essas duas facções se sustentam com o crack.
A delegada Valéria Aragão afirma que todas as facções criminosas do Rio já comercializam o crack. A cocaína continua vindo de fora do Brasil (basicamente da Bolívia, Colômbia e Peru) e é transformada em crack em laboratórios clandestinos nas próprias favelas cariocas.
Portanto o tratamento com Ibogaína é a melhor opção para o dependente, que além de se livrar do vício se liberta financeiramente. Entre em contato (19) 3844-8316
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